"Para mim não teria nenhum problema caminhar junto com Fagundes, até porque nós temos uma relação de amizade muito boa."

Luciano Antônio Pinheiro, ou simplesmente Luciano da Locar, tem 49 anos e é natural de Amargosa/Bahia. Ex-vice prefeito de Jacobina, Luciano concedeu uma entrevista exclusiva ao Mais Política, na tarde da última sexta-feira (20) direto da sua empresa de locação de veículos, localizada no centro de Jacobina. Acompanhe na íntegra.

Mais Política – Luciano, passadas as eleições de 2012, qual o seu posicionamento político para as eleições do ano que vem? Você continua militando politicamente?

Luciano - Inicialmente eu gostaria de agradecer a oportunidade de está participando desta entrevista. Eu continuo militando politicamente. É do conhecimento das pessoas que no ano de 2010 nós apoiamos o candidato Paulo Souto (DEM) na tentativa de voltar ao governo. Neste ano de 2014 nós continuaremos apoiando o candidato do DEM, uma vez que eu sou filiado a este partido e estaremos apoiando os prováveis candidatos - seja ACM Neto (DEM), ou Paulo Souto (DEM), ou Geddel Vieira Lima (PMDB), que é um provável candidato já que o PMDB e o Democratas estão caminhando juntos e também existe a possibilidade do atual prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) possa vir a encabeçar esta chapa da oposição ao governo do Estado. Continuo apoiando o mesmo grupo ao qual faço parte e vamos em 2014 repetir este apoio.

MP – É verdade que você teria rompido com o grupo de Leopoldo Passos, e que estaria mais afinado ao vice-prefeito Fagundes e ao prefeito Rui Macedo?

Luciano - O grupo que em 2006 fez com que eu fosse o candidato mais votado do nosso município. O grupo que em 2008 me elegeu vice-prefeito junto com a prefeita Valdice (PP), este é o mesmo grupo que eu continuo junto, é este mesmo grupo que espero num futuro bem próximo está liderando para eventuais pleitos. O vice-prefeito Fagundes (PPS) é um amigo pessoal, uma pessoa que tenho admiração e respeito, que devo favores. Quanto ao prefeito Rui Macedo (PMDB) tenho o respeito ao cidadão e é o respeito que nós devemos ter as autoridades, mas não tenho nenhum contato, nenhum relacionamento político com ele.

MP - Em havendo a vontade política de sua parte em disputar um novo pleito poderia haver uma possibilidade, em você liderando o grupo hoje do ex-prefeito Leopoldo Passos, formar uma dobradinha, por exemplo, com o atual vice-prefeito Fagundes?

Luciano - Veja bem, na minha colocação à pergunta anterior, este é o grupo que num futuro próximo liderando. Para mim não teria nenhum problema caminhar junto com Fagundes, até porque nós temos uma relação de amizade muito boa. Nós vamos assistir em Jacobina agora, em 2014, certamente, pessoas que divergem politicamente dentro de Jacobina, nós vamos ver no mesmo palanque. O cenário que aí está com os nomes de ACM Neto, Paulo Souto, Zé Ronaldo e Geddel Vieira Lima, que é um aliado do prefeito Rui Macedo e os outros nomes são de pessoas ligadas a mim, ligadas aos Democratas, nós estaremos juntos no mesmo palanque buscando o interesse comum do mesmo candidato a governo, e cada um buscando apoio para seu candidato na Câmara Federal e Estadual. E do Senado poderá ser também um candidato que atenda as oposições locais.

MP – Luciano, você foi candidato a Deputado Estadual em 2006 e acabou não conseguindo ser eleito, mas teve uma expressiva votação na região. Você sente que este momento é mais propício para uma candidatura sua a Deputado Estadual na região?

Luciano - Eu não tenho dúvida que qualquer cidadão jacobinense que queira pleitear uma vaga na Câmara Estadual, ou na Câmara Federal, terá da população de Jacobina uma resposta extremamente positiva. O povo de Jacobina sempre alimentou esta vontade. E sempre que uma pessoa coloca seu nome à disposição da população de Jacobina ela responde de maneira positiva. Foi assim comigo em 2006, foi com o Deputado Amauri, agora em 2010, então os jacobinenses já demonstraram isso, que tem essa vontade. O que ocorre é que para você se tornar uma eleição realmente possível, é preciso que você tenha um apoio não só de Jacobina, mas da macrorregião, e às vezes isso dificulta. Um exemplo maior que eu dou é com o Deputado Amauri é que Jacobina deu uma resposta positiva, mas a estrutura de governo que ele teve, facilitou e muito para que a candidatura dele viesse a ser vitoriosa.

"(...) é uma dificuldade que ele enfrenta porque muitos destes seguimentos que ajudaram com que a eleição tivesse êxito, estão pleiteando candidatura: o Cícero (Secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado), o secretário de Saúde, Jorge Solla. Eu creio que este será o grande entrave que o Deputado Amauri vai enfrentar para a sua provável candidatura a reeleição em 2014 (...)"

MP – Por falar em candidatura a Deputado, como você avalia a atuação do nosso representante na Câmara Federal, o Deputado Amauri Teixeira? Comenta-se que Amauri estaria sendo desprestigiado por integrantes do Partido dos Trabalhadores, inclusive dificultando a sua reeleição em 2014.

Luciano - Eu não tenho o conhecimento dos problemas que o Deputado tem enfrentado a nível de grupo, a nível de partido, mas a gente sabe que esta estrutura que citei à pouco que o Deputado teve para tornar a sua eleição vitoriosa, é uma dificuldade que ele enfrenta porque muitos destes seguimentos que ajudaram com que a eleição tivesse êxito, estão pleiteando candidatura: o Cícero (Secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado), o secretário de Saúde, Jorge Solla. Eu creio que este será o grande entrave que o Deputado Amauri vai enfrentar para a sua provável candidatura a sua reeleição em 2014, mas da mesma maneira que eu citei que se eu tivesse que sair candidato em Jacobina eu teria esse apoio da população, mais uma vez vai corresponder a ele positivamente, porque o que nós estamos vendo aqui no cenário federal somente ele filho da terra sairá candidato a Deputado. Com relação a avaliação do seu mandato, eu creio que ele planejou muitas coisas, eu tenho certeza que ele quis fazer muito mais coisa por Jacobina, mas eu vejo que ele não conseguiu concretizar essas realizações porque no momento de 2010 em que ele foi eleito o partido vivia um outro momento, um momento mais favorável, hoje eu vejo o grupo que ele faz parte desgastado e acredito que isso tem criado dificuldade e até, digamos, esta briga interna, esta disputa por uma vaga para as eleições de 2014 tem dificultado para as realizações no município e em outras localidades em que ele foi votado.

MP – Jacobina, mais uma vez vivenciou a não reeleição de um prefeito. Foi assim em 2008 na tentativa de reeleição de Rui Macedo, quando a candidata Valdice Castro, venceu as eleições sendo você o vice, e agora Valdice não consegue se reeleger e acaba retornando ao governo, Rui Macedo. A que você atribui o insucesso do grupo que você faz parte na derrota das eleições municipais?

Luciano - A reeleição sempre é muito difícil. Você não consegue, as vezes, fazer aquilo tudo que você tem vontade, e o povo cobra muito. Acredito que a prefeita Valdice foi de uma sensibilidade muito grande quando conseguiu fazer inúmeras realizações, a prefeitura ela era extremamente organizada, mas o nosso maior pecado, a nossa maior falha, foi o distanciamento do povo. Eu acho que nós não procuramos a proximidade do poder público do povo e isto causou um desgaste muito grande. E como integrante da chapa, e como integrante do grupo que administrou Jacobina no período entre 2009 a 2012, quero aproveitar aqui a oportunidade para pedir desculpas à população pela parte que me coube, pela falha que me coube dentro deste processo.

MP - Aproveitando esta sua colocação, se fosse possível voltar ao tempo, o que você, mesmo como vice-prefeito não tendo a caneta na mão, não faria ou ajudaria a gestão passada a não fazer para que tivesse êxito nas eleições?

Luciano - Eu acho que era cobrar mais do grupo como um todo, o diálogo, a conversa, a discussão de medidas e parar para ouvir mais o que é que a população estava querendo. Não só as obras, não só a organização. A prefeitura não é uma coisa pessoal, e o pecado maior foi este contato, esta aproximação com o povo. Eu me considero uma pessoa de diálogo, uma pessoa aberta para opiniões, poderíamos ter cobrado mais disso, não só da prefeita, mas do grupo como um todo.

MP - Você acredita que faltou diálogo da gestão com o povo?

Luciano - Faltou mais esta aproximação com o povo. Este é o fator primordial para que nós não tivéssemos êxito nas eleições.

 

" (...) mas o nosso maior pecado, a nossa maior falha, foi o distanciamento do povo. Eu acho que nós não procuramos a proximidade do poder público do povo e isto causou um desgaste muito grande."

MP - E com relação as cobranças sobre a saúde. Crítica recorrente da população com a gestão?

Luciano - Faltei acrescentar na sua pergunta anterior a questão da saúde. Muitas pessoas disseram que a saúde fez com que não tivéssemos êxito na eleição. Eu particularmente, acredito que o grande problema foi quando se rotulou isso. Quando se criou o 'Movimento Jacobina Agoniza', quando nós não tivemos a UPA, quando Valdice não se fez entender bem o porque de não centralizar o SAMU, mas eu estou convencido de qualquer forma, que a saúde em Jacobina ela foi melhor do que ela estava aí. O próprio governo atual ele não consegue fazer, trazer para a realidade o que ele disse na campanha. Mas eu quero ser justo com os dois: o problema da saúde, não é um problema de Jacobina, é um problema geral. Nem Valdice conseguiu sanar todas as necessidades, nem o prefeito atual consegue, porque o problema é bem maior. A mesma compreensão que se pede da população, que Valdice pedia para entender, a gente tem que usar para todos os dois. O problema da saúde é grande e isso vai se resolver à médio e longo prazo, com envolvimento de todos. Com o envolvimento do Governo Federal, do Governo Estadual, mas muitas pessoas, fazem disso como palanque. Então Valdice não mereceu todas as críticas que foram feitas com relação à saúde, como também o governo atual também não merece porque tem coisas que fogem ao controle por mais boa vontade que o gestor tenha para fazer, não consegue resolver tudo.

MP – No processo da eleição passada chegou a ser comentado na cidade a desistência da candidatura de Valdice, abrindo o espaço para que você fosse o candidato a prefeito do grupo. Isto de fato chegou a ser cogitado? Como se deu esta possibilidade?

Luciano -  Realmente saiu este comentário e eu por fazer parte da chapa sendo vice, seria o meu nome o indicado caso ela não fosse concorrer as eleições. Isso não veio a se concretizar, o grupo caminhou junto com o nome dela, porque era um direito dela, por estar no mandato, e por ser uma pessoa que tinha feito, a meu ver, um bom trabalho, e era direito dela, mas esta vontade que eu tenho de um dia ser o candidato a prefeito de Jacobina, quase que se realiza no ano de 2012, mas Deus quis que ficasse mais para frente e vamos aguardar isso aí...

MP – Quem seria o seu vice?

Luciano - Nas conversas que nós tínhamos feito, os nomes de diversos nomes citados os que estiveram mais próximos eram os nomes de João Dias e de Dr. Aloísio Oculista.

MP - E o que fez Valdice voltar atrás e ser a candidata?

Luciano - Creio que aquilo era uma decisão muito dela. Na avaliação dela, ela disse que queria continuar, então na verdade eu não tinha nada a discutir. A desistência dela se ocorresse, era uma coisa muito pessoal. Sendo assim, ela decidiu permanecer candidata.

MP – Como você avalia, Luciano, este momento que o país passa de manifestações populares contrárias à classe política. A confiança da população nos políticos chegou ao fundo do poço?

Luciano - Eu faço um comparativo: é como uma barragem que ela foi enchendo, enchendo e de repente ela se rompeu. As consequências destas manifestações a nível político a gente vai poder comprovar agora nestas eleições de 2014. Como? ninguém sabe se o povo vai responder retornando ao poder antigas lideranças, se o povo vai responder colocando novas lideranças, então é um fato novo que nós políticos, nós temos que estar preocupados e atentos para tentar perceber o que é que vai vir por aí. Muita coisa já começou a ser feita, até a curto prazo já fruto dessas manifestações. Eu acho extremamente positivo, não concordo com pessoas que aproveitam esta oportunidade para criar a baderna, esta depredação. Como é que você faz uma manifestação pra exigir mais da classe política e na hora que você tá no patrimônio público, você traz mais despesa, sabendo que aquele dinheiro que vai ser gasto ali, seja usado de outra maneira? É preciso que o povo continue fiscalizando e eu tenho a esperança que a classe política vai se renovando e vai melhorar, eu não tenho dúvida. A cada dia mais o povo cobra uma posição mais transparente dos políticos, porque não tenha dúvida: se não existir esta mudança nós vamos continuar tendo nas ruas cada vez mais manifestações desta maneira, nós vamos ter esta resposta do povo, que já chegou ao limite de algumas situações que se tornam insustentáveis. Nós vivemos um momento delicado nesta votação do Mensalão. Eu que não tenho um conhecimento jurídico, mas esta nova oportunidade de julgamento que vão dar as outras pessoas, é preciso que se tenha cuidado, o povo está atento, a população não só da Bahia, mas de todo o país está atenta, e eu tenho certeza que é um fato novo que nós vamos ter nas eleições de 2014, a resposta a tudo isso aí que está acontecendo.

MP – O governo Rui Macedo (PMDB) completou oito meses de gestão. Na sua ótica o governo tem respondido aos principais clamores da sociedade jacobinense e atacado nos problemas reclamados pela população na gestão anterior?

Luciano - Não, não. Na minha opinião ele não tem entendido, principalmente no que foi o carro-chefe da sua campanha que foram as questões voltadas à saúde, reafirmando que eu sei que não é um problema de Jacobina, mas passaram para a população promessas que sabiam que não tinham condição de realizar. De qualquer forma esta avaliação do governo é a população é quem faz, o prefeito que aí está foi uma vontade do povo, ele foi o mais votado, e acredito que a avaliação melhor o povo é que vai fazer no decorrer da sua gestão. Esta resposta que a população vai dá em 2014 aos candidatos, e será o termômetro e é o que vai fazer medir o que está sendo feito está sendo aprovado, ou não. Claro que como na situação de oposição eu não ficaria a vontade para avaliar. Esta resposta é preciso saber do povo. Quero aqui não tecer comentários por eu ser oposição poderia aqui não ter tanto valor, como vai ter como o povo vai dizer nas urnas.

MP – Você faz parte da oposição ao governo do Estado. É fato que o candidato da oposição à governo será Paulo Souto (DEM), com o ex-prefeito de Mata de São João,  João Gualberto (PSDB), na vice, e Geddel Vieira Lima (PMDB) aceitando a vaga de Senador?

Luciano - O que eu vou te responder é o que eu tenho ouvido. Eu estava até um pouco até afastado, digamos assim do meio político, mas tenho ido a Salvador estas últimas semanas, e tenho tido contato com estas pessoas, e o que eu ouço é que esta chapa Paulo e João Gualberto é provável; algumas pessoas dizem que o ACM Neto não será candidato, já que o PMDB está integrado a este grupo, o nome de Geddel para o Senado é o que se comenta também. Agora soma-se a isso, um fato novo que eu tive conhecimento nos bastidores desta semana, a possível indicação como candidato do atual prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, que é do DEM, se o Paulo Souto não quiser encabeçar a chapa de governo. Então comenta-se também no nome de Zé Ronaldo. Então eu acho que o momento é muito positivo para o Democratas retomar o poder na Bahia e que nós temos nomes com competência comprovada e condições de assumir esta candidatura e ser vitoriosa e fazer uma boa gestão pela Bahia.

MP - Se você pudesse escolher algum desses nomes da oposição, qual nome na sua ótica possui as melhores condições de vitória?

Luciano - Na minha concepção dos nomes que aí estão eu escolheria o nome do ex-governador Paulo Souto (DEM) ou do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo. O ACM Neto apesar de ser o que melhor desponta nas pesquisas, o ACM Neto é novo e acredito que ele tem que fazer um trabalho muito bom ainda por Salvador. Acho que Salvador precisa muito deste momento e o grupo com estes nomes que tem o Democratas, eu creio que não seja necessário o afastamento dele neste momento. E num futuro bem próximo, tenha certeza que ele será ainda governador da Bahia.

MP – E os candidatos a Deputado Estadual e Federal, quais serão? O grupo marchará com apoio de outros políticos e cabos eleitorais, a exemplo de vereadores?

Luciano - Nestas conversas que eu tenho tido, as pessoas estavam me perguntando se eu seria candidato. Nós estamos conversando junto com os vereadores. Quando eu digo que uma candidatura local tem uma resposta positiva de Jacobina, por outro lado você corre o risco de não ter eleição e Jacobina fica depois sem ter um representante. Então nós temos conversado com os vereadores, com lideranças políticas, buscando caminhar em torno de um nome só para termos o apoio, para que se possa fortalecer este nome, para que se possa cobrar. Os candidatos prováveis apoiados pelo grupo serão: o Deputado Estadual, Bruno Reis, e o ex-secretário de Educação de Salvador, João Bacelar, que também é Deputado Estadual, mas vai estar encabeçando a candidatura a Deputado Federal. Não significa que é o candidato de Luciano, e sim do grupo, dos vereadores que nós já estamos com conversa bastante adiantada. São pessoas que são votadas na região, são pessoas que tem uma perspectiva boa dentro do partido, e que sem dúvida podem contribuir muito com o município de Jacobina.


"Nas conversas que nós tínhamos feito, os nomes de diversos nomes citados os que estiveram mais próximos eram os nomes de João Dias e de Dr. Aloísio Oculista", sobre possíveis vices na sua candidatura da prefeito de Jacobina.

MP - Todos os vereadores fecharam questão nestes nomes para a disputa?

Luciano - Todos os vereadores do grupo conversaram. Nós até conversamos a semana passada e no momento desta entrevista gostaria até de estar colocando os nomes já definidos. Mas isso deve ocorrer até a próxima semana e eu quero aqui lhe dizer que em primeira mão irei passar esta informação para estar comunicando para o município de Jacobina.

MP – Agradecemos a sua participação Luciano, e deixamos o espaço para a sua mensagem aos leitores do MAIS POLÍTICA...

Luciano - Agradecer mais uma vez a oportunidade. Dizer que nós estamos trabalhando. Vamos trabalhar na campanha agora de 2014, para que comece a fortalecer o grupo, nós temos toda a chance, toda a oportunidade de retornar ao governo do Estado em 2014. Este é o primeiro passo para que nós possamos em 2016 buscar algo maior, que possamos juntos com este governo que deverá vencer as eleições de 2014 trabalhar bem para Jacobina, eu não escondo, nem nunca escondi de ninguém, a vontade que tenho de tentar viabilizar o meu nome para prefeito de 2016, mas todas estas pessoas que fazem parte do grupo, todas elas que aí estão, tem o direito de pleitear o mesmo que estou pleiteando. Eu acho que este passo levantado em 2014, que é um passo inicial para algo mais em 2016, que não é o momento de discussão, mas que todas as pessoas deste grupo tem. Eu vou procurar fazer a minha parte para viabilizar o meu nome para que possa estar em 2016, mas terei a sensibilidade de aceitar caso o meu nome não venha a unir o grupo e estarei a apoiar qualquer um deste grupo que esteja em melhor condição, mas não escondo que minha vontade inicial é de entrando neste pleito com este pensamento de viabilizar o meu nome para 2016.