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"Se meu grupo não se entender, e não tiver um candidato competitivo para ganhar a eleição, eu vou para o sacrifício"


O ex prefeito de M. do Chapéu participou do quadro Dê sua Nota da Rádio Diamantina e respondeu sobre diversos temas. Fala que foi traído pelo grupo que ele criou, do rompimento com o Dep. José Carlos Araujo, e muito mais, confira na integra a participação.


A Secretaria de Saúde de M. do Chapéu concedeu entrevista à Rádio Diamantina FM nesta quarta feira (23/07), na entrevista ela fala sobre UPA, construção de PSF, atendimento ao cidadão entre outros assuntos. Confira o áudio da entrevista.



O presidente do PP de Morro do Chapéu, Érico Sampaio, esteve no Programa Jornal do Dia 2ª Edição da Rádio Diamantina FM. Na entrevista o político fala de ações e conquistas para Morro do Chapéu e fala ainda da possível união com o ex-prefeito Aliomar Rocha. Após a entrevista, em conversa com nossa redação, Érico relatou que apoiará nas próximas eleições Mário Negromonte (PP) para Deputado Federal e Ângelo Muniz (PTN) para Estadual.




Vereador Ramon Santos (PMDB) falou à Jacobina FM, no último sábado (01)



Ouça abaixo o áudio da entrevista pela Jacobina FM


 

O MAIS POLÍTICA entrevistou na manhã desta quarta-feira (30) o Secretário de Desenvolvimento Urbano, Cícero de Carvalho Monteiro. Cícero esteve visitando a cidade de Jacobina para acompanhar o andamento das obras de revitalização do Bairro da Grotinha, o esgotamento sanitário nos bairros Jacobina III e IV, e ainda participou de uma audiência pública na Câmara de Vereadores para debater o saneamento básico na cidade. Confira a entrevista exclusiva:

Mais Política - Secretário, a pasta de Desenvolvimento Urbano é uma das mais estratégicas do Governo. Quais ações o senhor pode destacar para as regiões de Jacobina e Irecê?

Cícero Monteiro - Bom, a pasta de Desenvolvimento Urbano trabalha em três grandes frentes: a primeira, é o saneamento, e no saneamento nós podemos destacar para a região de Jacobina a implantação da obra da Barragem de Pindobaçu, que é a solução definitiva para o abastecimento de água que já está em operação que o Governador inaugurou há dois meses atrás, e também aqui, eu acabei de visitar as obras do esgotamento sanitário, a implantação do sistema de esgotamento sanitário num investimento de R$ 51 milhões no total, e essa obra nós investimos R$ 11 milhões na primeira etapa, e nesta segunda etapa são R$ 40 milhões, e eu acabei de visitar as obras na Jacobina III e na Jacobina IV, onde a obra está em pleno vapor. É uma obra importante, fundamental onde a gente vai trazer o nível de cobertura e atendimento de esgotamento sanitário em Jacobina que hoje está em 3% e vai passar para 70%, ou seja, um índice de grandes cidades, para vocês terem uma ideia hoje Vitória da Conquista, que é a terceira cidade do Estado tem cerca de 88%, Feira de Santana com 78% a 80%, então Jacobina está chegando a 70%, saindo de 3% para 70%, tendo um grande salto.

E na região de Irecê, a grande obra é a Adutora do São Francisco, onde fizemos investimentos de mais de R$ 180 milhões, com 145 Km de adutora, 12 estações elevatórias, atendendo a 350 mil habitantes, 16 sedes municipais, onde o Governador inaugurou há 6 meses esta importante obra, onde o nome do Governador vai ficar marcado para sempre na história da Bahia, como o Governador que mais investiu em águas e saneamento no Estado. Ele, como todos sabem, lançou o Programa Água Para Todos em 2007 e de lá para cá já são quase R$ 8 bilhões  de recursos contratados entre obras concluídas, em andamento e a iniciar, então o Programa Água Para Todos é um programa vitorioso e dentro deste programa Irecê e região e Jacobina e região foram muito bem atendidas.

MP - O senhor cita a obra de saneamento básico de Jacobina como uma das principais marcas da sua pasta num valor que supera os 50 milhões de reais. Qual a previsão da conclusão desta obra e se há o risco, de como já aconteceu, da desistência da empresa na execução do esgotamento?

Cícero Monteiro - Olha, executar obras em Jacobina, de um modo geral, é muito difícil devido a sua topografia , o seu relevo, principalmente um tipo de solo que nós temos aqui que é bastante rochoso. Qualquer tipo de obra, de escavação, não é uma obra que a gente consegue ter uma continuidade rápida na sua execução, porque na grande maioria das vezes precisa dinamitar, você tem que ter algum tipo de explosivo porque as rochas aqui afloram, então nem sempre as empresas se interessam em vir aqui, as empresas preferem algo com mais facilidade de escavação. Então esta empresa que está fazendo, tenho certeza que vai fazer porque é uma empresa do Ceará, eu tive uma reunião com o Diretor Técnico aqui e com o Gerente, Ferreira, me reuní ontem à noite com diretor técnico da empresa Mercuryus, que é uma das maiores empresas do Ceará, que além desta obra agora, ganhou o esgotamento sanitário de Barreiras, trabalha fortemente na parte eólica em todo o Estado, na região de Guanambi, na região de Brotas de Macaúbas, na região sudoeste do Estado, então é uma empresa que eles querem avançar aqui na Bahia e disseram pra mim que querem se tornar numa empresa baiana, então a gente tem muita esperança que a empresa conclua. Quando eles entraram sabiam, quando eles ganharam a licitação chamei em meu escritório na SEDUR dizendo das dificuldades, do interesse que eu tenho pela realização da obra. Eles vieram aqui, estudaram, viram e disseram "não secretário, nós temos condições de fazer". Então eu tenho certeza que eles irão executar.

MP - Em Morro do Chapéu, secretário, foram construídas Casas Populares no Bairro do Pachola e houve um impasse para entrega destas casas. Há quantas andam a questão da entrega destas casas populares, em Morro do Chapéu?

Cícero Monteiro - É verdade. A outra grande frente nossa é a habitação, eu falei de saneamento. E dentro de habitação, o Governo do Estado contratou mais de 220 mil unidades habitacionais, ao longo desses quase 7 anos de governo, de 2007 pra cá, uma parceria forte com o Governo Federal no Programa Minha Casa, Minha Vida, hoje nós temos o programa baiano Casa da Gente, onde nós apoiamos o programa federal com a parte de terreno e estruturação, e investindo com recurso principalmente do Fundo de Combate à Pobreza. Então nesses 220 mil, nós entregamos 120 mil e tem algumas paralisadas. Como o universo é muito grande de intervenção, sempre a gente vai ter algumas obras atrasadas, algumas obras paradas, porque é difícil neste universo você ter controle e ter empresas boas que executem, ou uma cooperativa, etc.

No caso específico de Morro do Chapéu, é um caso que já vem se arrastando há algum tempo, onde nós tivemos uma reunião com a Promotora lá em Salvador, em reprsentação da Prefeitura, nós já tivemos um consenso e nós vamos retomar a obra. Então, nossa previsão é que no máximo um mês estejamos retomando estas obras em Morro do Chapéu.

MP - O senhor se filiou ao PT no apagar das luzes do período que possibilita a candidatura no pleito de 2014. No seu partido, cogita-se alguns nomes para sucessão de Wagner: Rui Costa, Luiz Caetano, José Sérgio Gabrielli e Walter Pinheiro. Qual desses é da preferência do Secretário Cícero Monteiro?

Cícero Monteiro - O candidato da preferência do secretário é o candidato da preferência do governador Wagner. Quem o governador Wagner preferir, o secretário também vai preferir...

MP - Há quem diga que o governador prefira Rui Costa?

Cícero Monteiro - O governador tem uma relação próxima ao Rui, desde os tempos de sindicato, do Sindquímica, ambos foram do Sindquímica, Rui desempenhou um papel importante no governo, no primeiro mandato do governador Wagner na SERIN - Secretaria de Relações Institucionais - na coordenação política, depois saiu para uma candidatura vitoriosa para Deputado Federal, exerceu o primeiro ano de mandato como Deputado Federal, sendo o mais votado do PT e o terceiro do Estado, e acerca de um ano e meio substitui a Secretária Eva Chiavon, que foi convidada para ser Secretária Executiva do Ministério do Planejamento, e o governador o convidou e nestes um ano e dez meses ele vem desempenhando muito bem a função de coordenador das grandes ações do Governo, nos ajudou bastante na viabilização do projeto do Metrô, sendo assinado o contrato na semana passada. Ajudou também muito a SEDUR onde a gente vai entregar uma importante obra agora na sexta-feira, que é a Via Expressa de Salvador, a Presidenta Dilma vai estar presente, são quase R$ 500 milhões de investimento, com 14 viadutos, 03 túneis, grandes contenções, passarelas, ciclovias, passeios, é uma obra muito densa. Rui hoje, digamos assim, fazendo uma analogia ao futebol, ele é o capitão ou coordenador do secretariado e domina bem a gestão do Estado e tem uma grande condição de ser o escolhido para ser candidato a governador. Já foi vereador em Salvador, Deputado Federal, uma pessoa conhecida no Estado, acho que se for ele a pessoa escolhida pelo governador ele vai fazer um grande mandato.

MP - O senhor acredita no rompimento de partidos da base aliada por questão de pouco espaço para muitos pretendentes? Comenta-se na cebça do PT, o vice do PP, e a vaga do Senado para o PSD. O PDT já ensaia com Marcelo Nilo uma candidatura própria, dizendo que não abre mão de fazer parte da chapa majoritária.

Cícero Monteiro - Olha, este momento, não é o momento de posicionamento político. Eu não tiro os méritos e a possibilidade do PDT participar da chapa majoritária. Infelizmente nós só temos três posições, em tese, para quatro postulantes mais fortes, quais sejam: o PT, o PSD, o PP e o PDT. Então nós temos quatro partidos fortes, para três vagas. Eu estou acompanhando a política nestes 7 anos que estou no governo, desde janeiro de 2007 na Cerb, e nessa convivência que eu tenho com o governador, eu reputo ele o craque nesta condução, um grande articulador e eu tenho certeza que na hora o governador vai chamar as quatro maiores forças, e claro, todos os outros partidos, e vai fazer a acomodação necessária para que o nosso grupo saia unido para a eleição e a gente eleger o nosso candidato que vai ser escolhido pelos partidos da base e pelo governador Wagner. Eu não tenho dúvida, na hora, no final, o governador vem com um 'coelho na cartola', vai, como bom articulador que é, fazer a melhor escolha e a gente vai marchar para a vitória em 2014.

MP - Candidatura a Deputado Federal: sua filiação é cantada como um dos grandes nomes do Partido dos Trabalhadores no Estado. O senhor confirma então a sua candidatura a Deputado Federal?

Cícero Monteiro - A minha atuação política é combinada com o governador Wagner. Desde a época das eleições municipais ele me estimulou para eu trabalhar, para eu apoiar algumas candidaturas no interior, e eu fiz isso, em Jacobina eu apoiei fortemente o amigo e colega Amauri Teixeira, participei da campanha dele, o apoiei ostensivamente, e em outras cidades da região apoiei vários candidatos que ganharam como Dirceu de Mirangaba, Arnaldinho de Caém, por exemplo, infelizmente perdemos em Miguel Calmon com Caca, perdemos em Várzea Nova com Edson Júnior, lá com o apoio de Tica, que também é meu amigo, enfim, na região de Irecê, atuei bastante, em Riachão do Jacuípe, ganhamos com a prefeita Tânia, então trabalhamos bastante. Agora o seguinte: o meu perfil é mais de executivo, do que de parlamentar. Eu entrei na política como presidente da Cerb, agora como Secretário, para ser político. A construção da candidatura é natural pelo acúmulo que eu venho da Embasa, antes como técnico, na Cerb como presidente, agora como Secretário. Só que eu como soldado do governo Wagner eu vou desempenhar o papel que for necessário. Há situações em que eu posso ser candidato, e aí eu me filiei por causa disso, e eu tô trabalhando para ser...

MP - A escolha do PT foi com a anuência do governador?

Cícero Monteiro - Com a anuência do governador. A gente tinha algumas possibilidades, tanto é que eu me filiei no penúltimo dia, foi na sexta-feira, o prazo vencia no sábado e justamente o governador me orientou a assinar no PT, que era meu partido natural, que eu tinha mais ligações, mas poderia ir para qualquer outro da base, tenho boas relações com os outros partidos da base e eu posso ter outro papel que não seja candidato, mas estou trabalhando para ser, lá na frente, em abril, quando termina o prazo para desincompatibilização é que a gente vai saber se eu vou ficar no governo, ou na SEDUR, ou em outra instituição, ou até ajudando na coordenação da campanha com os outros partidos.

MP - Em que pese o prazo de desincompatibilização vencer em abril, o governador já deu depoimentos que quem quer disputar um cargo eletivo em 2014, deverá entregar o cargo até dezembro deste ano. Comenta-se, ainda, que o senhor pode assumir a Casa Civil, no lugar de Rui Costa, que poderá ser o candidato a governador de Wagner. Em ocorrendo a sua ida para a Casa Civil, elimina-se a possibilidade da sua candidatura a Deputado Federal?

Cícero Monteiro - O governador declarou isso, mas me parece que não foi bem explicitado. O que eu ouvi, não conversei ainda sobre este tema, é que quem for candidato a Deputado Estadual sairia em dezembro, e quem fosse para Federal, ou para majoritária em abril. Então no meu caso que eu sou um pretendente a cargo para Deputado Federal não saíria em dezembro, e sim em abril, o mesmo caso do Secretário Rui Costa, do Secretário Solla, que propõe uma candidatura a Deputado Federal forte no governo.

MP - O PT está vivenciando um processo de eleição, o chamado PED - Processo de Eleição Direta. O senhor é filiado no diretório de Jacobina, onde há a disputa entre dois nomes: Socorro da Jacobina III e Epaminondas do IFBA. Dá para apostar em uma destas candidaturas?

Cícero Monteiro - Eu não vou votar, pois eu me filiei depois do prazo, então vou ficar só como espectador. As disputas as vezes são boas, as vezes são ruins, depende do nível que se trave internamente, eu acho que a disputa é sempre bom que areja. Areja o partido, as tendências, principalmente o PT que tem muitas tendências. Agora a gente tem que ir no limite do acirramento da disputa, para não ultrapassar o limite da boa convivência para depois a gente não ficar com sequelas pós-eleitorais da eleição interna. Então o que eu peço ao grupo de Socorro e ao grupo de Epaminondas, é que tenham calma, que cada um brigue e lute pelo seu candidato, dizendo quais são os seus pontos favoráveis, vendendo, no bom sentido, o seu candidato, mas chegando no limite, depois do dia 10 que é o dia do chamado PED quem ganhar componha com o outro, enfim, o PT é hoje o maior partido do Brasil, o maior partido da Bahia, e nós aqui de Jacobina nós vamos ter esta responsabilidade de crescer o partido, tentar ajudar já que agora eu me filiei ao PT, crescer e consolidar mais o partido em Jacobina e região. Sou um soldado do partido, não entro com patente alta por ser secretário, estou entrando como filiado normal, comum, não participo deste PED, então peço aos companheiros e militantes de Socorro e Epaminondas muita calma e quem ganhar não tripudie do perdedor e quem perder aceite a derrota, enfim, vamos caminhar para construir um PT cada vez maior e melhor para Jacobina.

MP - Mas há alguma preferência entre os candidatos, secretário?

Cícero Monteiro - Não tenho predileto não. Acho que todos os dois são companheiros valorosos. Socorro é uma guerreira, Socorro por ser mulher é um símbolo e eu acho que a gente, não só na parte da militância partidária, nós temos uma Presidenta, uma Senadora, aqui na Bahia. A gente precisa avançar com as mulheres, inclusive elas são uma população maior do que a dos homens, então a gente tem que avançar as mulheres no poder, no Executivo são grandes executivas, Epaminondas faz um bom trabalho aqui no IFBA, então acho que são dois candidatos valorosos e cada um com sua história, cada um com o que conseguiu agregar de política, de conversa, política é a arte de conversar, então tem muitas variáveis nesta disputa e o que eu espero é que o day after, ou seja, o dia 11 possa ser para construir um PT melhor e maior em Jacobina.

MP - O sonho de candidatura a prefeito de Jacobina em 2016 ainda existe?

Cícero Monteiro - O que eu falei anteriormente, o meu perfil é mais de executivo do que de legislativo. Meu nome foi aventado na eleição passada, o governador me pediu para nem pensar nisso, porque eu estava no meio da gestão dele. Tem muitas variáveis para eu ser candidato, ou para não ser, como continuar como secretário, enfim, eu não digo nem que sim, nem que não. Seria uma honra muito grande poder ajudar, quer dizer eu acho que uma cidade é como se fosse um condomínio: se cada um puder dar a sua parte, passar 3 ou anos, um condomínio em Salvador você passa cumprindo um papel, você como morador de um condomínio. Em Jacobina, eu aprendi a amar e gostar de Jacobina, tenho uma relação forte com esta terra, com esta cidade, estou procurando fazer tudo que eu posso, claro dentro das condições reais da secretaria, trouxemos já a obra de esgotamento sanitário, já concluímos água, fazemos habitação, fizemos convênio com a prefeitura anterior de pavimentação, estamos revitalizando a Grotinha com investimentos de mais de R$ 9 milhões, enfim, vamos fazer o Mercado do Produtor, tudo que nós anunciamos nós estamos trazendo e mais o que puder trazer até o final de 2014 nós vamos trazer para Jacobina.

MP - Fica então o espaço para sua mensagem final aos leitores do Mais Política.

Cícero Monteiro - Deixar um abraço e parabenizar vocês por este espaço que conquistaram. Cada vez mais os comentários que ouço em Jacobina do avanço deste espaço de política. Política pra mim, como diz o governador, é arte das mais nobres, é uma coisa bacana de se conversar, de trabalhar. Eu que nunca tinha me filiado, me filiei pela primeira vez, como Secretário estou como agente político, gosto da boa política, da política do entendimento, da prosperidade. E dizer a Jacobina que eu estou aqui: eu sou hoje um embaixador de Jacobina, é como me considero, onde eu puder ajudar, em todas as frentes que eu puder ajudar, não só da minha parte, mas do Desenvolvimento Urbano procuramos fazer em melhorias para Jacobina e região.

"Após o PT chegar no poder na Bahia e no Brasil, lamentavelmente nós não conseguimos fazer o uso deste poder em prol do município... Qual foi a obra, qual foi a grande conquista do diretório do PT para Jacobina?", interroga o professor Epaminondas Macêdo, candidato a presidência do PT em Jacobina.

Ouça baixo a entrevista completa.



"Para mim não teria nenhum problema caminhar junto com Fagundes, até porque nós temos uma relação de amizade muito boa."

Luciano Antônio Pinheiro, ou simplesmente Luciano da Locar, tem 49 anos e é natural de Amargosa/Bahia. Ex-vice prefeito de Jacobina, Luciano concedeu uma entrevista exclusiva ao Mais Política, na tarde da última sexta-feira (20) direto da sua empresa de locação de veículos, localizada no centro de Jacobina. Acompanhe na íntegra.

Mais Política – Luciano, passadas as eleições de 2012, qual o seu posicionamento político para as eleições do ano que vem? Você continua militando politicamente?

Luciano - Inicialmente eu gostaria de agradecer a oportunidade de está participando desta entrevista. Eu continuo militando politicamente. É do conhecimento das pessoas que no ano de 2010 nós apoiamos o candidato Paulo Souto (DEM) na tentativa de voltar ao governo. Neste ano de 2014 nós continuaremos apoiando o candidato do DEM, uma vez que eu sou filiado a este partido e estaremos apoiando os prováveis candidatos - seja ACM Neto (DEM), ou Paulo Souto (DEM), ou Geddel Vieira Lima (PMDB), que é um provável candidato já que o PMDB e o Democratas estão caminhando juntos e também existe a possibilidade do atual prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) possa vir a encabeçar esta chapa da oposição ao governo do Estado. Continuo apoiando o mesmo grupo ao qual faço parte e vamos em 2014 repetir este apoio.

MP – É verdade que você teria rompido com o grupo de Leopoldo Passos, e que estaria mais afinado ao vice-prefeito Fagundes e ao prefeito Rui Macedo?

Luciano - O grupo que em 2006 fez com que eu fosse o candidato mais votado do nosso município. O grupo que em 2008 me elegeu vice-prefeito junto com a prefeita Valdice (PP), este é o mesmo grupo que eu continuo junto, é este mesmo grupo que espero num futuro bem próximo está liderando para eventuais pleitos. O vice-prefeito Fagundes (PPS) é um amigo pessoal, uma pessoa que tenho admiração e respeito, que devo favores. Quanto ao prefeito Rui Macedo (PMDB) tenho o respeito ao cidadão e é o respeito que nós devemos ter as autoridades, mas não tenho nenhum contato, nenhum relacionamento político com ele.

MP - Em havendo a vontade política de sua parte em disputar um novo pleito poderia haver uma possibilidade, em você liderando o grupo hoje do ex-prefeito Leopoldo Passos, formar uma dobradinha, por exemplo, com o atual vice-prefeito Fagundes?

Luciano - Veja bem, na minha colocação à pergunta anterior, este é o grupo que num futuro próximo liderando. Para mim não teria nenhum problema caminhar junto com Fagundes, até porque nós temos uma relação de amizade muito boa. Nós vamos assistir em Jacobina agora, em 2014, certamente, pessoas que divergem politicamente dentro de Jacobina, nós vamos ver no mesmo palanque. O cenário que aí está com os nomes de ACM Neto, Paulo Souto, Zé Ronaldo e Geddel Vieira Lima, que é um aliado do prefeito Rui Macedo e os outros nomes são de pessoas ligadas a mim, ligadas aos Democratas, nós estaremos juntos no mesmo palanque buscando o interesse comum do mesmo candidato a governo, e cada um buscando apoio para seu candidato na Câmara Federal e Estadual. E do Senado poderá ser também um candidato que atenda as oposições locais.

MP – Luciano, você foi candidato a Deputado Estadual em 2006 e acabou não conseguindo ser eleito, mas teve uma expressiva votação na região. Você sente que este momento é mais propício para uma candidatura sua a Deputado Estadual na região?

Luciano - Eu não tenho dúvida que qualquer cidadão jacobinense que queira pleitear uma vaga na Câmara Estadual, ou na Câmara Federal, terá da população de Jacobina uma resposta extremamente positiva. O povo de Jacobina sempre alimentou esta vontade. E sempre que uma pessoa coloca seu nome à disposição da população de Jacobina ela responde de maneira positiva. Foi assim comigo em 2006, foi com o Deputado Amauri, agora em 2010, então os jacobinenses já demonstraram isso, que tem essa vontade. O que ocorre é que para você se tornar uma eleição realmente possível, é preciso que você tenha um apoio não só de Jacobina, mas da macrorregião, e às vezes isso dificulta. Um exemplo maior que eu dou é com o Deputado Amauri é que Jacobina deu uma resposta positiva, mas a estrutura de governo que ele teve, facilitou e muito para que a candidatura dele viesse a ser vitoriosa.

"(...) é uma dificuldade que ele enfrenta porque muitos destes seguimentos que ajudaram com que a eleição tivesse êxito, estão pleiteando candidatura: o Cícero (Secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado), o secretário de Saúde, Jorge Solla. Eu creio que este será o grande entrave que o Deputado Amauri vai enfrentar para a sua provável candidatura a reeleição em 2014 (...)"

MP – Por falar em candidatura a Deputado, como você avalia a atuação do nosso representante na Câmara Federal, o Deputado Amauri Teixeira? Comenta-se que Amauri estaria sendo desprestigiado por integrantes do Partido dos Trabalhadores, inclusive dificultando a sua reeleição em 2014.

Luciano - Eu não tenho o conhecimento dos problemas que o Deputado tem enfrentado a nível de grupo, a nível de partido, mas a gente sabe que esta estrutura que citei à pouco que o Deputado teve para tornar a sua eleição vitoriosa, é uma dificuldade que ele enfrenta porque muitos destes seguimentos que ajudaram com que a eleição tivesse êxito, estão pleiteando candidatura: o Cícero (Secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado), o secretário de Saúde, Jorge Solla. Eu creio que este será o grande entrave que o Deputado Amauri vai enfrentar para a sua provável candidatura a sua reeleição em 2014, mas da mesma maneira que eu citei que se eu tivesse que sair candidato em Jacobina eu teria esse apoio da população, mais uma vez vai corresponder a ele positivamente, porque o que nós estamos vendo aqui no cenário federal somente ele filho da terra sairá candidato a Deputado. Com relação a avaliação do seu mandato, eu creio que ele planejou muitas coisas, eu tenho certeza que ele quis fazer muito mais coisa por Jacobina, mas eu vejo que ele não conseguiu concretizar essas realizações porque no momento de 2010 em que ele foi eleito o partido vivia um outro momento, um momento mais favorável, hoje eu vejo o grupo que ele faz parte desgastado e acredito que isso tem criado dificuldade e até, digamos, esta briga interna, esta disputa por uma vaga para as eleições de 2014 tem dificultado para as realizações no município e em outras localidades em que ele foi votado.

MP – Jacobina, mais uma vez vivenciou a não reeleição de um prefeito. Foi assim em 2008 na tentativa de reeleição de Rui Macedo, quando a candidata Valdice Castro, venceu as eleições sendo você o vice, e agora Valdice não consegue se reeleger e acaba retornando ao governo, Rui Macedo. A que você atribui o insucesso do grupo que você faz parte na derrota das eleições municipais?

Luciano - A reeleição sempre é muito difícil. Você não consegue, as vezes, fazer aquilo tudo que você tem vontade, e o povo cobra muito. Acredito que a prefeita Valdice foi de uma sensibilidade muito grande quando conseguiu fazer inúmeras realizações, a prefeitura ela era extremamente organizada, mas o nosso maior pecado, a nossa maior falha, foi o distanciamento do povo. Eu acho que nós não procuramos a proximidade do poder público do povo e isto causou um desgaste muito grande. E como integrante da chapa, e como integrante do grupo que administrou Jacobina no período entre 2009 a 2012, quero aproveitar aqui a oportunidade para pedir desculpas à população pela parte que me coube, pela falha que me coube dentro deste processo.

MP - Aproveitando esta sua colocação, se fosse possível voltar ao tempo, o que você, mesmo como vice-prefeito não tendo a caneta na mão, não faria ou ajudaria a gestão passada a não fazer para que tivesse êxito nas eleições?

Luciano - Eu acho que era cobrar mais do grupo como um todo, o diálogo, a conversa, a discussão de medidas e parar para ouvir mais o que é que a população estava querendo. Não só as obras, não só a organização. A prefeitura não é uma coisa pessoal, e o pecado maior foi este contato, esta aproximação com o povo. Eu me considero uma pessoa de diálogo, uma pessoa aberta para opiniões, poderíamos ter cobrado mais disso, não só da prefeita, mas do grupo como um todo.

MP - Você acredita que faltou diálogo da gestão com o povo?

Luciano - Faltou mais esta aproximação com o povo. Este é o fator primordial para que nós não tivéssemos êxito nas eleições.

 

" (...) mas o nosso maior pecado, a nossa maior falha, foi o distanciamento do povo. Eu acho que nós não procuramos a proximidade do poder público do povo e isto causou um desgaste muito grande."

MP - E com relação as cobranças sobre a saúde. Crítica recorrente da população com a gestão?

Luciano - Faltei acrescentar na sua pergunta anterior a questão da saúde. Muitas pessoas disseram que a saúde fez com que não tivéssemos êxito na eleição. Eu particularmente, acredito que o grande problema foi quando se rotulou isso. Quando se criou o 'Movimento Jacobina Agoniza', quando nós não tivemos a UPA, quando Valdice não se fez entender bem o porque de não centralizar o SAMU, mas eu estou convencido de qualquer forma, que a saúde em Jacobina ela foi melhor do que ela estava aí. O próprio governo atual ele não consegue fazer, trazer para a realidade o que ele disse na campanha. Mas eu quero ser justo com os dois: o problema da saúde, não é um problema de Jacobina, é um problema geral. Nem Valdice conseguiu sanar todas as necessidades, nem o prefeito atual consegue, porque o problema é bem maior. A mesma compreensão que se pede da população, que Valdice pedia para entender, a gente tem que usar para todos os dois. O problema da saúde é grande e isso vai se resolver à médio e longo prazo, com envolvimento de todos. Com o envolvimento do Governo Federal, do Governo Estadual, mas muitas pessoas, fazem disso como palanque. Então Valdice não mereceu todas as críticas que foram feitas com relação à saúde, como também o governo atual também não merece porque tem coisas que fogem ao controle por mais boa vontade que o gestor tenha para fazer, não consegue resolver tudo.

MP – No processo da eleição passada chegou a ser comentado na cidade a desistência da candidatura de Valdice, abrindo o espaço para que você fosse o candidato a prefeito do grupo. Isto de fato chegou a ser cogitado? Como se deu esta possibilidade?

Luciano -  Realmente saiu este comentário e eu por fazer parte da chapa sendo vice, seria o meu nome o indicado caso ela não fosse concorrer as eleições. Isso não veio a se concretizar, o grupo caminhou junto com o nome dela, porque era um direito dela, por estar no mandato, e por ser uma pessoa que tinha feito, a meu ver, um bom trabalho, e era direito dela, mas esta vontade que eu tenho de um dia ser o candidato a prefeito de Jacobina, quase que se realiza no ano de 2012, mas Deus quis que ficasse mais para frente e vamos aguardar isso aí...

MP – Quem seria o seu vice?

Luciano - Nas conversas que nós tínhamos feito, os nomes de diversos nomes citados os que estiveram mais próximos eram os nomes de João Dias e de Dr. Aloísio Oculista.

MP - E o que fez Valdice voltar atrás e ser a candidata?

Luciano - Creio que aquilo era uma decisão muito dela. Na avaliação dela, ela disse que queria continuar, então na verdade eu não tinha nada a discutir. A desistência dela se ocorresse, era uma coisa muito pessoal. Sendo assim, ela decidiu permanecer candidata.

MP – Como você avalia, Luciano, este momento que o país passa de manifestações populares contrárias à classe política. A confiança da população nos políticos chegou ao fundo do poço?

Luciano - Eu faço um comparativo: é como uma barragem que ela foi enchendo, enchendo e de repente ela se rompeu. As consequências destas manifestações a nível político a gente vai poder comprovar agora nestas eleições de 2014. Como? ninguém sabe se o povo vai responder retornando ao poder antigas lideranças, se o povo vai responder colocando novas lideranças, então é um fato novo que nós políticos, nós temos que estar preocupados e atentos para tentar perceber o que é que vai vir por aí. Muita coisa já começou a ser feita, até a curto prazo já fruto dessas manifestações. Eu acho extremamente positivo, não concordo com pessoas que aproveitam esta oportunidade para criar a baderna, esta depredação. Como é que você faz uma manifestação pra exigir mais da classe política e na hora que você tá no patrimônio público, você traz mais despesa, sabendo que aquele dinheiro que vai ser gasto ali, seja usado de outra maneira? É preciso que o povo continue fiscalizando e eu tenho a esperança que a classe política vai se renovando e vai melhorar, eu não tenho dúvida. A cada dia mais o povo cobra uma posição mais transparente dos políticos, porque não tenha dúvida: se não existir esta mudança nós vamos continuar tendo nas ruas cada vez mais manifestações desta maneira, nós vamos ter esta resposta do povo, que já chegou ao limite de algumas situações que se tornam insustentáveis. Nós vivemos um momento delicado nesta votação do Mensalão. Eu que não tenho um conhecimento jurídico, mas esta nova oportunidade de julgamento que vão dar as outras pessoas, é preciso que se tenha cuidado, o povo está atento, a população não só da Bahia, mas de todo o país está atenta, e eu tenho certeza que é um fato novo que nós vamos ter nas eleições de 2014, a resposta a tudo isso aí que está acontecendo.

MP – O governo Rui Macedo (PMDB) completou oito meses de gestão. Na sua ótica o governo tem respondido aos principais clamores da sociedade jacobinense e atacado nos problemas reclamados pela população na gestão anterior?

Luciano - Não, não. Na minha opinião ele não tem entendido, principalmente no que foi o carro-chefe da sua campanha que foram as questões voltadas à saúde, reafirmando que eu sei que não é um problema de Jacobina, mas passaram para a população promessas que sabiam que não tinham condição de realizar. De qualquer forma esta avaliação do governo é a população é quem faz, o prefeito que aí está foi uma vontade do povo, ele foi o mais votado, e acredito que a avaliação melhor o povo é que vai fazer no decorrer da sua gestão. Esta resposta que a população vai dá em 2014 aos candidatos, e será o termômetro e é o que vai fazer medir o que está sendo feito está sendo aprovado, ou não. Claro que como na situação de oposição eu não ficaria a vontade para avaliar. Esta resposta é preciso saber do povo. Quero aqui não tecer comentários por eu ser oposição poderia aqui não ter tanto valor, como vai ter como o povo vai dizer nas urnas.

MP – Você faz parte da oposição ao governo do Estado. É fato que o candidato da oposição à governo será Paulo Souto (DEM), com o ex-prefeito de Mata de São João,  João Gualberto (PSDB), na vice, e Geddel Vieira Lima (PMDB) aceitando a vaga de Senador?

Luciano - O que eu vou te responder é o que eu tenho ouvido. Eu estava até um pouco até afastado, digamos assim do meio político, mas tenho ido a Salvador estas últimas semanas, e tenho tido contato com estas pessoas, e o que eu ouço é que esta chapa Paulo e João Gualberto é provável; algumas pessoas dizem que o ACM Neto não será candidato, já que o PMDB está integrado a este grupo, o nome de Geddel para o Senado é o que se comenta também. Agora soma-se a isso, um fato novo que eu tive conhecimento nos bastidores desta semana, a possível indicação como candidato do atual prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, que é do DEM, se o Paulo Souto não quiser encabeçar a chapa de governo. Então comenta-se também no nome de Zé Ronaldo. Então eu acho que o momento é muito positivo para o Democratas retomar o poder na Bahia e que nós temos nomes com competência comprovada e condições de assumir esta candidatura e ser vitoriosa e fazer uma boa gestão pela Bahia.

MP - Se você pudesse escolher algum desses nomes da oposição, qual nome na sua ótica possui as melhores condições de vitória?

Luciano - Na minha concepção dos nomes que aí estão eu escolheria o nome do ex-governador Paulo Souto (DEM) ou do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo. O ACM Neto apesar de ser o que melhor desponta nas pesquisas, o ACM Neto é novo e acredito que ele tem que fazer um trabalho muito bom ainda por Salvador. Acho que Salvador precisa muito deste momento e o grupo com estes nomes que tem o Democratas, eu creio que não seja necessário o afastamento dele neste momento. E num futuro bem próximo, tenha certeza que ele será ainda governador da Bahia.

MP – E os candidatos a Deputado Estadual e Federal, quais serão? O grupo marchará com apoio de outros políticos e cabos eleitorais, a exemplo de vereadores?

Luciano - Nestas conversas que eu tenho tido, as pessoas estavam me perguntando se eu seria candidato. Nós estamos conversando junto com os vereadores. Quando eu digo que uma candidatura local tem uma resposta positiva de Jacobina, por outro lado você corre o risco de não ter eleição e Jacobina fica depois sem ter um representante. Então nós temos conversado com os vereadores, com lideranças políticas, buscando caminhar em torno de um nome só para termos o apoio, para que se possa fortalecer este nome, para que se possa cobrar. Os candidatos prováveis apoiados pelo grupo serão: o Deputado Estadual, Bruno Reis, e o ex-secretário de Educação de Salvador, João Bacelar, que também é Deputado Estadual, mas vai estar encabeçando a candidatura a Deputado Federal. Não significa que é o candidato de Luciano, e sim do grupo, dos vereadores que nós já estamos com conversa bastante adiantada. São pessoas que são votadas na região, são pessoas que tem uma perspectiva boa dentro do partido, e que sem dúvida podem contribuir muito com o município de Jacobina.


"Nas conversas que nós tínhamos feito, os nomes de diversos nomes citados os que estiveram mais próximos eram os nomes de João Dias e de Dr. Aloísio Oculista", sobre possíveis vices na sua candidatura da prefeito de Jacobina.

MP - Todos os vereadores fecharam questão nestes nomes para a disputa?

Luciano - Todos os vereadores do grupo conversaram. Nós até conversamos a semana passada e no momento desta entrevista gostaria até de estar colocando os nomes já definidos. Mas isso deve ocorrer até a próxima semana e eu quero aqui lhe dizer que em primeira mão irei passar esta informação para estar comunicando para o município de Jacobina.

MP – Agradecemos a sua participação Luciano, e deixamos o espaço para a sua mensagem aos leitores do MAIS POLÍTICA...

Luciano - Agradecer mais uma vez a oportunidade. Dizer que nós estamos trabalhando. Vamos trabalhar na campanha agora de 2014, para que comece a fortalecer o grupo, nós temos toda a chance, toda a oportunidade de retornar ao governo do Estado em 2014. Este é o primeiro passo para que nós possamos em 2016 buscar algo maior, que possamos juntos com este governo que deverá vencer as eleições de 2014 trabalhar bem para Jacobina, eu não escondo, nem nunca escondi de ninguém, a vontade que tenho de tentar viabilizar o meu nome para prefeito de 2016, mas todas estas pessoas que fazem parte do grupo, todas elas que aí estão, tem o direito de pleitear o mesmo que estou pleiteando. Eu acho que este passo levantado em 2014, que é um passo inicial para algo mais em 2016, que não é o momento de discussão, mas que todas as pessoas deste grupo tem. Eu vou procurar fazer a minha parte para viabilizar o meu nome para que possa estar em 2016, mas terei a sensibilidade de aceitar caso o meu nome não venha a unir o grupo e estarei a apoiar qualquer um deste grupo que esteja em melhor condição, mas não escondo que minha vontade inicial é de entrando neste pleito com este pensamento de viabilizar o meu nome para 2016.

O governador Wagner esteve em visita oficial a cidade de Jacobina, a 330 Km de Salvador, na quinta-feira, dia 15 de agosto. Na entrevista, com um pool de emissoras, o governador falou sobre saúde, segurança pública, estradas e sucessão estadual. (Vídeo: Arnaldo Silva)